Fundo imobiliário Biotic, da Integral BREI e do BRB, quer captar R$ 6 bilhões

por Poliana Santos24/09/2021 11:13Atualizado em: 24/09/2021 11:21

Fundo imobiliário Biotic, da Integral BREI e do BRB, quer captar R$ 6 bilhões
Vitor Bidetti, CEO da Integral Brei

O novo Fundo Imobiliário Biotic (FII Biotic) iniciou o processo de road show para apresentar o projeto de construção de uma cidade inteligente dentro de Brasília a 40 investidores institucionais. A operação está sendo organizada pela Integral Brei, responsável pela gestão do FII, e o Banco de Brasília (BRB), que esperam levantar R$ 6 bilhões.

A primeira fase tem captação prevista de R$ 1,1 bilhão. Se a emissão inicial for totalmente subscrita, o FII Biotic estreia com um patrimônio de R$ 2,1 bilhões. Haverá ainda mais três rodadas além dessa inaugural e, no total, a meta é atingir R$ 6 bilhões em patrimônio líquido.

objetivo do fundo imobiliário é arrecadar recursos para a implementação do novo Distrito, um espaço de mais de 1 milhão de metros quadrados no Distrito Federal (DF), localizado na ponta da Asa Norte, com o terreno avaliado em R$ 1 bilhão.

O projeto foi encomendado pelo engenheiro, arquiteto e inventor italiano Carlo Ratti, que além de seu escritório, dirige um laboratório de inovação urbana no Massachussets Institute of Technology, o MIT.

O empreendimento tem o conceito de Smart City, o que permitiu que o fundo obtivesse o selo verde, que foi validado pela Consultoria Sitawi.

Segundo Vitor Bidetti, CEO da Integral Brei, o planejamento prevê a captação dos recursos com investidores profissionais, como grandes fundos de pensão, fundos soberanos e grandes family offices. Quando os empreendimentos começarem a performar, gerando renda, será aberta a captação para pessoas físicas.

O presidente da Agência de Desenvolvimento do DF, a Terracap, idealizadora e desenvolvedora do Biotic, Izidio Santos, disse que “a estimativa é abrigar 794 empresas e mais de 2 mil estações de co-working, com geração de 7,6 mil postos de trabalho e 9,5 mil moradores”.

Já o presidente da Biotic, Gustavo Dias Henrique, destaca que a ideia do projeto é mudar a matriz econômica do Distrito Federal. “Tecnologia, inovação e desenvolvimento são os pilares do novo distrito. Trouxemos o que há de mais tecnológico no mundo para Brasília, para que nossa cidade seja referência e se transforme numa potência.”

Banco de Brasília participa em diferentes frentes do FII Biotic

Banco de Brasília (BRB) participa do projeto em diferentes frentes. Primeiro, instalou no Biotic o BRBLAB onde se encontram 23 startups, inclusive internacionais, focadas em buscar soluções e melhorar a experiência dos clientes.

Além disso, a instituição também assume papel de fomento, oferecendo diferentes opções de linhas de crédito. E, em uma terceira frente, assume a participação na estruturação fazendo a gestão e administração do fundo.

No primeiro ano de estruturação do projeto, trabalhou-se no planejamento e estruturação de um megafundo imobiliário. Trata-se de uma Smart City, com uso de tecnologia para otimizar a mobilidade urbana e adotar soluções sustentáveis, e foi projeto por Ratti que direge o laboratório de inovação urbana do MIT.

O projeto do FII Biotic incorporou clusters de comércio, residências, hotelaria e universidade aos escritórios que pretendem acomodar empresas de tecnologia, com a intenção de que as pessoas vivam, estudem e trabalhem no mesmo local (“Work, Live and Play”).

O novo Fundo Imobiliário Biotic (FII Biotic) iniciou o processo de road show para apresentar o projeto de construção de uma cidade inteligente dentro de Brasília a 40 investidores institucionais. A operação está sendo organizada pela Integral Brei, responsável pela gestão do FII, e o Banco de Brasília (BRB), que esperam levantar R$ 6 bilhões.

A primeira fase tem captação prevista de R$ 1,1 bilhão. Se a emissão inicial for totalmente subscrita, o FII Biotic estreia com um patrimônio de R$ 2,1 bilhões. Haverá ainda mais três rodadas além dessa inaugural e, no total, a meta é atingir R$ 6 bilhões em patrimônio líquido.

objetivo do fundo imobiliário é arrecadar recursos para a implementação do novo Distrito, um espaço de mais de 1 milhão de metros quadrados no Distrito Federal (DF), localizado na ponta da Asa Norte, com o terreno avaliado em R$ 1 bilhão.

O projeto foi encomendado pelo engenheiro, arquiteto e inventor italiano Carlo Ratti, que além de seu escritório, dirige um laboratório de inovação urbana no Massachussets Institute of Technology, o MIT.

O empreendimento tem o conceito de Smart City, o que permitiu que o fundo obtivesse o selo verde, que foi validado pela Consultoria Sitawi.

Segundo Vitor Bidetti, CEO da Integral Brei, o planejamento prevê a captação dos recursos com investidores profissionais, como grandes fundos de pensão, fundos soberanos e grandes family offices. Quando os empreendimentos começarem a performar, gerando renda, será aberta a captação para pessoas físicas.

O presidente da Agência de Desenvolvimento do DF, a Terracap, idealizadora e desenvolvedora do Biotic, Izidio Santos, disse que “a estimativa é abrigar 794 empresas e mais de 2 mil estações de co-working, com geração de 7,6 mil postos de trabalho e 9,5 mil moradores”.

Já o presidente da Biotic, Gustavo Dias Henrique, destaca que a ideia do projeto é mudar a matriz econômica do Distrito Federal. “Tecnologia, inovação e desenvolvimento são os pilares do novo distrito. Trouxemos o que há de mais tecnológico no mundo para Brasília, para que nossa cidade seja referência e se transforme numa potência.”

Banco de Brasília participa em diferentes frentes do FII Biotic

Banco de Brasília (BRB) participa do projeto em diferentes frentes. Primeiro, instalou no Biotic o BRBLAB onde se encontram 23 startups, inclusive internacionais, focadas em buscar soluções e melhorar a experiência dos clientes.

Além disso, a instituição também assume papel de fomento, oferecendo diferentes opções de linhas de crédito. E, em uma terceira frente, assume a participação na estruturação fazendo a gestão e administração do fundo.

No primeiro ano de estruturação do projeto, trabalhou-se no planejamento e estruturação de um megafundo imobiliário. Trata-se de uma Smart City, com uso de tecnologia para otimizar a mobilidade urbana e adotar soluções sustentáveis, e foi projeto por Ratti que direge o laboratório de inovação urbana do MIT.

O projeto do FII Biotic incorporou clusters de comércio, residências, hotelaria e universidade aos escritórios que pretendem acomodar empresas de tecnologia, com a intenção de que as pessoas vivam, estudem e trabalhem no mesmo local (“Work, Live and Play”).

Fonte: https://www.suno.com.br/noticias/fundo-imobiliario-biotic-da-integral-brei-e-do-brb-quer-captar-r-6-bilhoes/